Família quebrada
Como Deus mudou a vida de sete mulheres

Nem mesmo as pernas de Maria Magali, aos 47 anos de idade, a obedeciam. Cada passo dado no corredor parecia o último antes de uma grande queda. Era uma luta interna chegar àquele altar. Quando suas pernas travaram no meio do caminho, ela já estava em lágrimas. Ouviu a voz convocar os perdidos e sofredores e se dispôs a aceitar o convite, sem imaginar que seria tão difícil caminhar alguns metros.
A
vida de Maria Magali começou a mudar por meio de sua mãe, Terezinha,
para o bem e para o mal. Foi da boca de sua mãe que Maria Magali ouviu
dizer que beijar pé de defunto dava sorte. Em algum momento de sua
infância, esse tipo de crença passou a tomar conta de sua vida. Ainda
criança, Maria adquiriu simpatia por coisas mórbidas. Passou a visitar
cemitérios e tentar contato com os mortos.
Maria
Magali viu o vício pelo álcool tirar a vida de seu pai e de seu avô,
mas nem isso foi capaz de afastá-la desse tipo de droga. Saía para a
noite, bebia e se entregava aos homens. Mais do que isso, ela queria se
entregar à morte.
“Eu
buscava a morte, mas não tinha coragem de me matar. Então, durante
várias madrugadas, estacionava o carro em locais escuros e perigosos em
busca desse objetivo. Esperava ser assaltada e tomar um tiro. A morte me
fascinava”, lembra ela.
A
vida desregrada deu à Maria Magali cinco filhas tão inconsequentes
quanto a mãe. Veridiana, a filha mais velha, passou a usar drogas aos 14
anos de idade, quando ia para baladas junto com a mãe. Criscia, a
caçula, conheceu a maconha aos 12, e aos 14, junto com Maria Magali,
passou a usar cocaína.
As seis dividiam o gosto por noitadas, drogas e homens. Estavam unidas pelos motivos errados.
O novo mundo
Terezinha conheceu a Universal e entendeu o poder que existia dentro da fé. Passou a se dedicar à conversão de filha e netas, mesmo morando longe (Terezinha em São Paulo e a família em Curitiba) pressentia os caminhos da filha e orava por todas elas. Em uma Fogueira Santa, pediu para que suas netas se tornassem esposas de pastores.
Foram
elas as primeiras a conhecer a Universal. Convertidas, deixaram de
acompanhar a mãe em seus vícios e dedicaram muito tempo à missão de
fazer Maria Magali ir até a igreja.
Foi
assim que ela chegou ao corredor que não lhe deixava caminhar. Em um
dia qualquer, sem nenhum motivo além dos que já tinha em todos os outros
dias, ela resolveu entrar em um templo. Chegou na hora em que o pastor
pedia para que todos os sofredores fossem até o altar e iniciou a
sofrida caminhada, não apenas até a frente da igreja, mas à uma nova
vida.
Seus
passos travaram no meio do corredor e, com muito esforço, ela obrigou
as pernas a percorrem os últimos metros. “Eu tive a sensação de que ia
morrer, e comecei a me aproximar do altar já em lágrimas. Então comecei a
dizer que queria entregar a minha vida para Jesus. Consegui forças para
chegar ao altar e passei por ele. Fiz a entrega da minha vida para
Deus! Em uma semana estava batizada no Espírito Santo.”
Hoje,
aos 61 anos de idade, a vida das quatro mulheres é outra. As filhas se
recuperaram, três delas se casaram com pastores e ela ganhou um novo
sentido para viver. Foram transformadas interiormente e hoje são
referência, não apenas de como uma cristã deve ser, mas de como Deus é
capaz de mudar quantas vidas se entregarem a ele.
Para dar início a realização deste evento, os voluntários da UNIVERSAL fizeram doações de vários itens de beleza para montagem de uma salão dentro da Fundação Casa Feminino unidade mooca.
Houve distribuição de centenas biografias NADA PERDER I e II do bispo Edir Macedo
Nesta foto um voluntário se preparando para entrar na van da Fundação Casa para chegar ao evento
Mais voluntários entrando na van com suas doações para Fundação Casa
Nesta foto o pastor Geraldo Vilhena junto com a direção da Fundação Casa da Mooca.
Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha.
Pastor Geraldo Vilhena e o pastor Augusto faz apresentação de crianças na Casa das Mães da Fundação Casa.
Esteve presente também o ex-usuário de drogas Robson de Freitas e uma ex-traficante Amauri na qual fazem parte do Bloco de Ajuda aos dependentes Químico, os mesmos realizaram uma palestra sobre a prevenção de drogas para todas as internas da Fundação Casa.
Após a palestra o pastor Geraldo e voluntários realizam uma oração de libertação para todos
O evento houve um café da tarde com doces e refrigerantes para todos os que estavam ali presente.
este evento foi animado pelo guitarrista Reginaldo que fez grande apresentações no evento.
Para dar início a realização deste evento, os voluntários da UNIVERSAL fizeram doações de vários itens de beleza para montagem de uma salão dentro da Fundação Casa Feminino unidade mooca.
Houve distribuição de centenas biografias NADA PERDER I e II do bispo Edir Macedo
Nesta foto um voluntário se preparando para entrar na van da Fundação Casa para chegar ao evento
Mais voluntários entrando na van com suas doações para Fundação Casa
Nesta foto o pastor Geraldo Vilhena junto com a direção da Fundação Casa da Mooca.
Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha.
Pastor Geraldo Vilhena e o pastor Augusto faz apresentação de crianças na Casa das Mães da Fundação Casa.
Esteve presente também o ex-usuário de drogas Robson de Freitas e uma ex-traficante Amauri na qual fazem parte do Bloco de Ajuda aos dependentes Químico, os mesmos realizaram uma palestra sobre a prevenção de drogas para todas as internas da Fundação Casa.
Após a palestra o pastor Geraldo e voluntários realizam uma oração de libertação para todos
O evento houve um café da tarde com doces e refrigerantes para todos os que estavam ali presente.
este evento foi animado pelo guitarrista Reginaldo que fez grande apresentações no evento.
Esteve presente também o ex-usuário de drogas Robson de Freitas e uma ex-traficante Amauri na qual fazem parte do Bloco de Ajuda aos dependentes Químico, os mesmos realizaram uma palestra sobre a prevenção de drogas para todas as internas da Fundação Casa. Diz o bispo Geraldo Vilhena.
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